Testamos mais de 200 criativos. A maioria falhou. O que os vencedores tinham em comum?
Aqui na Leadster, testamos mais de 200 criativos só em 2025. A maioria falhou.
Quando fui analisar os que funcionaram, percebi algo que mudou completamente a forma como a gente pensa criativos: os vencedores eram completamente diferentes entre si.
Não era uma variação do mesmo template. Não era trocar a cor do botão ou mudar uma frase no copy. Eram narrativas, formatos e ângulos totalmente distintos.
E aí ficou claro o erro que a gente estava cometendo.
O criativo vencedor virou armadilha
Quando você acha um formato que funciona, o instinto é replicar até cansar. Parece lógico, mas o algoritmo penaliza repetição e o público satura rápido.
Foi o que aconteceu com a gente.
Nosso custo de MQL começou a subir. Testamos audiências, otimizamos landing pages, ajustamos lances. Nada funcionou.
Até que olhamos a estrutura de criativos: 8 anúncios rodando, todos com a mesma narrativa e formato visual parecido.
O problema não era o investimento. Era a falta de diversidade.
A mudança que fizemos:
→ Narrativas diferentes (dor, prova social, proposta de valor, humor)
→ Formatos diferentes (motion, estático, carrossel, tela gravada)
→ Hooks que testam ângulos opostos do mesmo produto
→ Cada criativo como um experimento independente, não uma variação do anterior
Em 60 dias, o custo de MQL voltou ao patamar anterior. A variedade virou muito mais importante que a quantidade.
O anúncio que convence sem o lead clicar
Outra coisa que mudou nosso jogo: parar de tratar o anúncio só como uma ponte pra landing page e começar a tratar como a própria educação.
Muitas empresas B2B jogam tráfego pra LP e rezam. O problema é que metade dos usuários não passam da segunda dobra do site. Fora a parcela que nem espera o site carregar e acaba abandonando.
Sabe aquele texto bonito sobre diferenciais que você colocou lá no meio? Quase ninguém lê.
Por isso mudamos a abordagem aqui na Leadster: educamos direto na mídia paga.
O motion de 30 segundos quebra a objeção, o vídeo demonstra o produto e vende o valor. Quando o lead clica, as primeiras dúvidas já foram resolvidas.
Isso muda completamente a qualidade do lead:
→ Quem assiste até o final tem interesse real
→ Quem converte entende minimamente o produto
→ Time de vendas não perde tempo explicando o básico
Você pode convencer alguém do seu produto sem que ele precise clicar em nada. Só assistindo.
A janela encolheu: você tem 1 segundo
Os 5 primeiros segundos do anúncio importam.
Depois virou os 3 primeiros.
Hoje é o primeiro segundo.
O que aparece nos primeiros frames do seu anúncio em vídeo decide se o público fica ou scrolla.
E não é só visual. É o visual + as 5 primeiras palavras + a legenda.
Se o hook não prende: não existe remarketing, estrutura, pixel, nada que salve.
É por isso que investimos tanto tempo no storyboard focando nos primeiros segundos de cada criativo. Não adianta ter uma narrativa incrível se ninguém fica pra assistir.
O processo por trás: constância com estrutura de testes
Nossa meta interna é uma campanha viral por mês.
Não é fácil. Não batemos sempre. Mas é o norte.
Temos anúncios que viraram referência. Jingles que o público canta. Paródias que as pessoas esperam. Algumas pessoas seguem a Leadster só pra ver o próximo anúncio.
Isso não acontece por acaso. Acontece porque:
→ Lançamos uma campanha nova por semana
→ Retroalimentamos nossa AI com os vencedores
→ Testamos narrativas completamente diferentes entre si
→ Investimos tempo no storyboard focando nos primeiros segundos
Na mídia paga, constância + estrutura de testes determina se o resultado vai melhorar ou piorar.
Se eu tivesse que condensar tudo em uma frase: pare de replicar o que funcionou e comece a diversificar de verdade.
→ O formato vencedor de hoje é a fadiga criativa de amanhã.
→ O anúncio que educa vale mais que a landing page que ninguém lê.
→ E o primeiro segundo decide tudo.
Se você tá sentindo que o custo do MQL subiu sem motivo aparente, antes de mexer em audiência ou lance, olha seus criativos. A resposta pode estar ali.
E por aí, como tá a diversidade de criativos nas suas campanhas? Ainda replicando o vencedor ou testando narrativas diferentes?
Me responde esse e-mail – quero ouvir o que você está colocando em prática por aí.







